30 de novembro de 2010

Merlin: Love In The Time Of Dragons (3x09), Queen of The Hearts (3 x10), The Sorcerer's Shadow (3x11)



Love In The Time Of Dragons (3x09)

E não é que Gaius tem uma velha chama?  E não que a história de o amor ser cego foi bem válida nesse episódio? E não é que Merlin teve que se ferrar de novo para salvar a pele de alguém?

Black Eyed Peas: The Beginning - Review




Continuando o que foi visto em The E.N.D., The Beginning, novo trabalho do grupo Black Eyed Peas, marca a imersão da banda de modo definitivo no cenário pop, em vista do desempenho comercial excelente do álbum anterior, onde will.i.am abusa de batidas club banger advindas da Europa, fazendo o tema das baladas noturnas imperar sobre as composições.

Glee: The Music, Vol. 4 - Review




Provando mais uma vez todo o talento de seu elenco, Glee retorna com o quarto volume da série de álbuns full-length, dando o pontapé inicial para as novas canções da segunda temporada.

29 de novembro de 2010

Life Unexepected: Plumber Cracked (2x08)


Ryan e Baze morando debaixo do mesmo teto? É. Por mais incrível que isso possa aparecer, está realmente acontecendo. E quem viu na temporada passada esses dois disputando o amor da Cate jamais desconfiaria que eles pudessem um dia se tornar amigos. Mas, esse dia chegou. E mais do que nunca o Ryan precisa de um amigo para lhe ajudar a superar os problemas com a Cate antes que o casamento dos dois não tenha mais conserto.

Chase: The Posse (1x07)/ The Longest Night (1x08)/ Crazy Love (1x09)

The Posse (1x07)
Cara totalmente louco! Fingindo ser um US. Marshall e usando do poder para fazer sua própria justiça. Coitada daquela garota lá. Annie teve sua arma e distintivo roubado pelo jovem. Coitada se meteu com quem não devia. Ela vai caçar ele até o fim do mundo. Adorei a cena em quer ela atira nele! Ela sempre cumpre o que promete. O Luke também estava fantástico nesse episódio.

My Chemical Romance: Danger Days: The True Lives of the Fabulous Killjoys - Review




Quatro anos após o bem-sucedido The Black Parade, a banda de rock alternativo My Chemical Romance retorna com um som revitalizado que dita o ritmo do novo álbum, onde a criatividade impera e o mundo cinza do álbum anterior decompõe-se em cores.

Dexter: In the Beginning (5x10)

Engraçado que quando a gente pensa que a genialidade em Dexter alcançou o limite, temos um episódio desses e vemos que o que aconteceu até agora não foi nada se comparado ao que está por vir. E eu estou doido para ver o que está por vir...
 
Começando pela caça a Jordan Chase, que agora é de dois lados. Debra e Dexter estão em uma disputa de quem pega ele primeiro e, devo dizer que Debra está cada dia mais perspicaz. Sério, ela ainda não descobriu sobre o irmão, entretanto você pode reparar que os insights dela estão ficando cada vez mais precisos. Não vai me surpreender se logo ela descobrir o segredo do irmão ou que um dia assuma o lugar de La Guerta.

Ainda sobre Jordan, adoro as conversas ameaçadoras e disfarçadas que ele teve com Dexter. Depois daquela ligação no episódio passado, as casrtas estão na mesa e os dois lados sabem o que está havendo. Agora é só descobrir quem joga melhor. E parece que Chase não é muito ruim no jogo não, quase armou para prenderem o Dexter (eu achei mesmo que eles estavam na casa do tal Alex) e ainda usa a vítima 0.

Contudo, uma coisa que me deixou curioso é a real natureza do relacionamento entre ele e a vítima 0. Porque ela diz que contou a verdade, mas acho que há mais coisa por trás disso. Essa dependência que ela parece ter dele, e que ele parece ter dela também é muito estranho.

Além disso tudo, temos Liddy vendo todo o lance da faca com Lumem. Será que ele vai ser o primeiro a ligar os pontos? E o primeiro a morrer?

A morte do Alex foi de tirar o fôlego. Primeiro porque não consigo imaginar ele como estuprador graças ao grande trabalho dele em ER (sim, eu era fão do Morris, e daí?), segundo porque Lumen estava tão... real. Eu podia ver nos olhos dela tudo que ela estava sentindo, medo, felicidade, susto por estar se sentindo feliz ao matar, e depois vendo em Dexter o homem que conseguiu a manter no eixo desde que tudo aconteceu. E ela fez isso por ele também, então torna o relacionamento deles ainda mais profundo.

28 de novembro de 2010

Fanfiction: uma nova cultura literária

de Leds

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Tudo começou com as aventuras da nave estelar USS Enterprise,
da série norte-americana Jornada nas Estrelas.


“Naquele dia, Aurélia e Fernando Seixas completavam nove anos de casados. E nenhum casal no salão era capaz de empalidecer a felicidade estampada nos rostos dos dois. Aurélia, mesmo depois do casamento, ainda mantinha para si o título de Diva dos Bailes. Sua beleza, mesmo com os anos, era capaz de vencer até a mais fresca das jovens”. Essa citação trata da história de Senhora, obra publicada em 1875 pelo autor José de Alencar. Porém, esse trecho não foi escrito por ele. A autora atende pelo pseudônimo de Ladie, uma fic writer do vasto mundo da internet. Com um teclado na mão e uma ideia na cabeça, ela faz parte de um crescente grupo de escritores de fanfiction, novo fenômeno literário mundial que significa “ficção de fã” em inglês.

Tudo começou com a exploração do espaço “onde nenhum homem jamais esteve”. As aventuras da tripulação da nave estelar USS Enterprise, enredo da série de TV norte-americana Star Trek (conhecida no Brasil como Jornada nas Estrelas), foram o ponto de partida para uma nova forma de viagem decolar: a cibernética. Com a popularização da internet nos anos 90, o mundo passou a ser o limite de uma nova cultura literária, iniciada timidamente em meados do século passado.

Após o fim abrupto da série em 1969, surgiram os inconformados fic writers: fãs de uma determinada história de ficção, que imortalizam obras mesmo depois de finalizadas por seus reais autores. A partir de então, os espectadores da saga estelar passaram a escrever romances e contos sobre aquela trama. Uma revista chamada Spockanalia – em referência ao personagem Spock – chegou a ser lançada com essas novas histórias e distribuídas nas convenções de fãs.
Por meio da internet, os escritores encontraram um meio gratuito, prático e interativo para divulgarem seus textos de diversos novos assuntos. Sites, fóruns, blogs, comunidades em sites de relacionamento, como Orkut e Livejournal, tornaram-se um mercado editorial digital.

Embora remeta sua existência aos Estados Unidos, o fenômeno já alcançou o nível nacional. Foram as aventuras de Harry Potter que propagaram as fanfictions no Brasil, a partir do ano 2000. Desde a série de livros sobre o jovem bruxo até obras típicas da cultura brasileira, como o Sítio do Pica Pau Amarelo e Senhora, as fanfictions tornaram-se um fenômeno literário entre os internautas aficcionados do país, malgrado seja pouco conhecido na comunidade educativa.

Para a autora do livro pioneiro O Fênomeno Fanfiction: novas leituras e escrituras em meio eletrônico, Maria Lúcia Bandeira Vargas, expressar-se através da fanfiction pode ser um bom jeito de melhorar as técnicas de escrita e estimular o gosto pela leitura. “Sem dúvida! Principalmente quando o fic writer associa-se a comunidades online que têm um bom nível de troca no que se refere à leitura. Pode ser uma porta para a abertura de largos horizontes”, explica. Ela acrescenta que a interação entre os escritores e seus beta-readers – os revisores de textos – pode ser uma forma de aprimorar seus textos. “É um trabalho sensacional, indicativo da seriedade dos fandons que o exigem”, ressalta. Seriedade essa constatada através de escritores e beta-readers como a advogada chamada pelo pseudônimo de Kardia no Scorpio. “Para mim, a escrita é sobretudo reflexão, trabalho intelectual mesmo, não dá para pensar que é uma atividade somente divertida. Escrever é um exercício mental e também de memória e vocabulário, sem falar que é preciso, no mínimo, ter noção de estruturação de parágrafos, uso de tempos verbais, concordância nominal e verbal entre outros detalhes”, narra.

No entanto, ainda há acirradas críticas acadêmicas a respeito da falta de conteúdo intelectual nas fanfictions. Vargas afirma que “a Academia [Brasileira de Letras] tende a rejeitar aquilo que desconhece e a fazer generalizações perigosas”. Os escritores concordam. “É falta de conhecimento de quem comete esse tipo de crítica sem conhecer o universo real dos fic writers que podem se intitular assim com propriedade”, diz Kardia. A estudante de História e escritora, Marcia Dantas, lamenta a dificuldade de quebrar esse preconceito. “Claro que nós podemos achar umas coisas horrorosas. Fanfics escritas em ‘internetês’, ‘miguxês’ ou com um português terrível. Porém, quem realmente leva isso à sério preocupa-se em escrever com um português correto, com coerência e muita criatividade. Já encontrei coisas geniais e muito bem escritas, que ultrapassam até muitos livros que são campeões de vendas”, desabafa.

Ademais, há um recorrente conflito jurídico entre as garantias constitucionais dos direitos autorais e da liberdade de expressão. Em declaração publicada no site da rede jornalística inglesa BBC, a autora dos livros de Harry Potter, J.K. Rowling, disse se sentir lisonjeada por ter sua obra reescrita pelos fãs. Por outro lado, a autora de Entrevista com o Vampiro, Anne Rice, desaprova a escrita de ficção baseada em seus livros. “Os personagens são protegidos pelos direitos autorais”, afirma em seu site oficial. Segundo o professor de Direito Civil Leonardo Weber Ribeiro Araújo, não há violação de propriedade intelectual se não tiver comercialização, sobretudo se o escritor acrescentar nota explicativa que credita a obra ao verdadeiro autor. Entretanto, quando se trata de textos sobre pessoas reais, chamadas de real life person, o professor adverte: “parece-me aplicável o que consta do art. 20 do Código Civil, que prevê ‘salvo se autorizadas, ou se necessárias à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública, a divulgação de escritos, a transmissão da palavra, ou a publicação, a exposição ou a utilização da imagem de uma pessoa poderão ser proibidas, a seu requerimento e sem prejuízo da indenização que couber, se lhe atingirem a honra, a boa fama ou a respeitabilidade, ou se se destinarem a fins comerciais’”. Neste caso, semelhante às biografias não autorizadas sobre celebridades, o debate gira em torno do direito de imagem versus direito à liberdade de expressão.

Para apimentar mais a discussão, existem os Projetos de Leis nº 76, 89 e 137, que tramitam no Congresso Nacional a respeito de crimes na área de informática, cujo relator é o senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Aberto a inúmeras interpretações, o art. 285-B, em tese, criminalizaria atividades corriqueiras na web, como a produção de fanfictions. Em 2009, o Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, durante o 10º Fórum Internacional de Software Livre, em Porto Alegre, afirmou que os referidos projetos não visam a proibir os abusos na internet, mas objetivam fazer censura.

Polêmicas à parte, o jornalista Márcio Padrão, autor do Ensaio sobre a fanfiction como objeto de comunicação e sociabilização, acredita que essa nova produção tem mais prós do que contras. “Creio que a prática de fanfiction seja sim bem válida para ampliar os horizontes culturais dos jovens”, constata.

CSI: Wild Life (11x09) / CSI Miami: On The Hook (9x07)

CSI: Wild Life (11x09)
Há muito tempo não via um episódio como esse nesse CSI. Simplesmente adorei.


Primeiro um papagaio e um gato que se odiavam acabaram matando seus donos. Totalmente bizarro. Sem falar que adoro quando a Sara e o Greg trabalham juntos. Um caso onde as evidencias não eram totalmente claras. Descobrir que dois animais acabaram matando seus donos foi um tanto esquisito e bem original. A cena final do papagaio ligando para o 911 foi hilário.

O outro caso nos mostra o quanto sexo pode ser perigoso. Como já dizia a doutora Cameron de House: Sexo pode matar! É nesse episódio virmos que misturar sexo, uma sacada e altura são altamente perigoso. A mulher depois de tantos anos com um mesmo homem o qual não lhe satisfazia sexualmente encontrou em um estranho o prazer que tanto buscava, e nesse encontro explosivo passaram do limite. Foi hilária a resolução desse caso. Mas, engraçado ainda foi a Catherine subindo no doutor Ray para provar que a mulher lá matou o cara durante o sexo, o Nick por trás dizendo que era seu primeiro ménage! E o doutor falando qual era o nome da posição no Kamasutra. A cara de espantada da Cath foi hilária.

Cath tem um pé atrás com os homens. E está escondendo coisas do Vartan. Na verdade não se abriu para o namorado e isso pode custar seu novo romance. Não acho que o problema é ela ter metade de um cassino ou nunca ter contado sobre o incidente no show do John Mayer (na verdade ela foi com o Nick, não com uma amiga) acho que o maior problema é ela não confiar nele para se abrir sobre sua vida. Espero que ela perceba que com isso está deixando a oportunidade de ser feliz lhe escapar.



CSI Miami: On The Hook (9x07)
Que oficial de condicional mais canalha!O Horatio deve ter feito muito mais do que apenas jogá-lo daquela janela. Coitada da garota lá. Cometeu um erro na vida e tinha que pagar daquela forma? Cara mais covarde, não teve coragem dele mesmo enfrentar o apostador, e usou aqueles jovens para seu próprio proveito. Bem feito, merecia muito mais que apenas prisão.

Senti falta da Natalia nesse episódio. A gravidez da Emily cada dia mais visível. Teve uma ceninha Calleigh e Delko! Ela monitorando a câmera dele enquanto mergulhava, foi tão pouquinho, mas fiquei tão feliz. Episódio razoável.

27 de novembro de 2010

CSI NY: Justified (7x09)

E a pergunta que ficou sem resposta no episódio anterior finalmente foi respondida nesse. Quem matou a irmã do Chefe dos detetives? Descobrimos depois de muita investigação e da implacável busca do Mac Taylor por respostas. O assassino era o filho mais velho da vítima. O sobrinho que o Ted Carson acolheu em sua casa e criou como se fosse seu próprio filho. E por mais que condene a atitude do garoto. Matar a mãe a sangue frio e não ter nenhum tipo de remorso nem depois de 15 anos. Ele fez para proteger seus irmãos. Todas aquelas marcas nas costas do jovem denuncia o tipo de mãe que a vítima era. Uma abusiva e terrível mãe. Não sei se é justificado o crime, mas para mim é sim. Pessoas como essa mulher deviam ser extintas. Quem maltrata uma criança daquela forma não merece viver. Bem, essa é a minha opinião. Possa está errada.

Mac Taylor é a pessoa mais teimosa que já vi na telinha. Ele pos na cabeça que o seu chefe sabia de algo e não descansou até provar isso. Adorei a cena onde a Jo conversa com ele sobre o caso e o perigo de acusar seu chefe sem provas concretas. Cada episódio gosto mais dessa dupla juntas.

Morri de pena do Danny e do Flack apanhando daquele grandalhão. Cara covarde em matar aquela garota daquela forma. Merecia morrer na prisão. Mas, até agora não entendi quem foi que dedurou onde a garota estava. Foi o chefe ou o sobrinho? Para mim essa parte não ficou clara.

Simplesmente adorei esse episódio. CSI NY continua me surpreendendo com episódio fantásticos.